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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

História: O dia em que o Leão calou o Raulino

Nos anos 90, após um longo período afastado do profissionalismo, o Barra Mansa retornou com um time que fez frente ao adversário vizinho, o Volta Redonda Futebol Clube, criando uma ferrenha rivalidade na região.

Em 1994, na fase inicial da Copa Rio, Barra Mansa e Voltaço fizeram três confrontos. O primeiro deles foi realizado em Barra Mansa no dia 18 de setembro, com vitória do time da Cidade do Aço por 1 a 0.

No dia 23 de outubro, veio o troco que tanto orgulha os torcedores barramansenses. Ainda no estádio Raulino de Oliveira com as tábuas de madeira na arquibancada (foto), o Leão devolveu o placar, com um gol do lateral-esquerdo Juarez, calando a torcida adversária.

Com o resultado, Barra Mansa e Volta Redonda ficaram empatados com 10 pontos e, como o regulamento do torneio previa um terceiro jogo em campo neutro em caso de empate entre dois competidores, as equipes voltaram a se encontrar no dia 13 de novembro, em Três Rios, para se conhecer o vencedor do confronto. O Voltaço venceu de goleada: 4 a 1 e prosseguiu na competição, mas o gosto de ter derrotado o rival vizinho na casa dele foi inesquecível.
Fonte: “Diário do Vale”

23 de dezembro de 1994
Volta Redonda 0x1 Barra Mansa
Local: Raulino de Oliveira (Volta Redonda)
Gol: Juarez
Foto de uma partida entre os rivais pela Copa Rio 1994
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terça-feira, 3 de junho de 2008

Diretoria e Comissão técnica do Barra Mansa participam de programa de rádio


Na noite de ontem, A Rádio Sul-Fluminense promoveu uma entrevista de cerca de duas horas com membros da diretoria da comissão técnica do Barra Mansa Futebol Clube. Entre os entrevistados estavam: o presidente Celestino Rezende, o vice-presidente administrativo Remini, o Treinador Ricardo Barreto e o preparador físico Luciano. Em discussão, vários assuntos foram tratados, entre eles:

Futuro do Barra Mansa
O presidente Cesletino garantiu que este retorno do clube ao profissionalismo não será algo passageiro. Segundo ele, o clube está se reestruturando, administrando as dívidas passadas e com o pensamento de levar o clube à Primeirona do Carioca.

Patrocinadores e Marketing
Celestino e Remini reforçaram o grande valor que a marca Barra Mansa Futebol Clube possui na região e anunciou uma parceria com uma empresa para cuidar desta marca e lucrar em cima de produtos licenciados do Leão. Eles ainda confirmaram a parceria com a Volkswagen que será a responsável pelo transporte do clube. Confirmaram também contatos com a empresa MRS para investir no profissionalismo e na categoria de base, além das parcerias com o governo municipal e com a empresa Saint-Gobain, que cederá o Estádio da Vila Bárbara para os jogos da Terceirona neste ano.

Elenco e contratações
Ricardo Barreto confirmou as contratações dos jogadores Raphael e Roberto (ex-Resende) e Nelson (ex-Vasco) e Ricardinho (ex-Corinthians), além disso, está em contato com o Magrão (ex- Barra Mansa e Voltaço). O treinador ainda disse que pretende entrar em contato com a diretoria do Volta Redonda com o propósito de buscar reforços do time da cidade vizinha.

Além dos assuntos descritos acima, o sub-secretário do interior do Estado, Edílson Silva, por telefone, deixou no ar uma grande surpresa ao afirmar que: “nas próximas 48 horas, prometo grandes notícias ao torcedores do Barra Mansa Futebol Clube”.

Por fim, o mediador da entrevista, o jornalista Walter Cardozo, ressaltou a importância da torcida e lembrou a Torcida Sangue Azul ao comentar que estava contente com esse movimento criado por jovens.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Presidente da Federação garante que não haverá mais virada de mesa


Em entrevista coletiva à imprensa da região sul-fluminense, o presidente da FERJ, Rubem Lopes, garantiu que não haverá nenhuma mudança de regulamento que impeça o Barra Mansa de disputar a Primeira Divisão do Campeonato Carioca. Segundo ele, além de não ser esta a conduta da atual diretoria, ainda existe o Estatuto do Torcedor para proteger regulamentos. "E ainda que não existisse, eu garanto que não haverá virada de mesa", disse.

Tal afirmação tranquiliza os torcedores mais antigos, uma vez que, na década de 90, durante a gestão do falecido Eduardo Viana – o Caixa D´água –, o Barra Mansa Futebol Clube foi impedido de disputar a Primeira Divisão do Carioca em três oportunidades diferentes. Em 1993, o clube foi vice-campeão da Segunda Divisão e deveria ter subido à elite juntamente com o Bayer (campeão).

Em outro momento, em 1995, o Barra Mansa foi campeão do grupo B do Módulo Intermediário do Campeonato Carioca – correspondente à Segunda Divisão daquele ano –, mas foram tantas as arbitrariedades para manter na elite a equipe do Americano de Campos, time do Eduardo Viana, que o Leão acabou não subindo.

Por fim, em 1996, o Barra Mansa (vice-campeão) e a Portuguesa (campeã) conquistaram o direito de disputar a Primeira Divisão, mas durante a competição foi criado um torneio da morte entre esses times e os dois últimos da Primeirona e o Leão novamente não conseguiu.

domingo, 11 de maio de 2008

Barra Mansa pode se orgulhar de sua vibrante Torcida Sangue Azul


Boa parte da força de um clube de futebol vem das arquibancadas e, quanto a esse importante detalhe, o Barra Mansa Futebol Clube pode se orgulhar da sempre inquietante e vibrante Torcida Sangue Azul.

Reativada em 29 de março de 2008, depois de 12 anos sem atividades do clube, a Sangue Azul vem rapidamente crescendo, tanto que a comunidade dedicada a ela no site “orkut” já possui cerca de 350 membros em menos de dois meses de existência. Segundo Victor, um dos líderes da torcida, “para nós, o Barra Mansa virou nosso time principal e Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense ficaram meio de lado”.

A torcida Sangue Azul já existe há décadas e nos anos 90 era liderada por Rogério, que não mora mais na cidade. A nova geração teve o importante trabalho de reformular a tradicional torcida e, pelo visto, está seguindo um caminho promissor.

“No que depender de nós, da Sangue Azul, o Barra Mansa vai para a 1ª divisão sem problemas, pois somos apaixonados pelo Leão. Nossa relação com a diretoria do clube não podia ser melhor, pois o presidente Celestino é uma pessoa muita séria, muito eficiente e nos ajuda demais. Nossa torcida também tem pequenas regras: sem racismo, sem vaias, sem qualquer preconceito, apenas incentivar o clube é o nosso objetivo”, finaliza Victor.

Sobre o apoio da Sangue Azul durante os jogos do Barra Mansa na competição de juniores, o presidente do Barra Mansa Celestino Resende foi direto: “a torcida realmente tem ajudado muito nos jogos e isso é fundamental para o clube”.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Novo presidente do Barra Mansa, Celestino Resende pede ajuda da cidade para fortalecer o Leão


Fonte: "Jornal Foco Regional"
JOSÉ ROBERTO MENDONÇA

Eleito no mês passado com o apoio de três ex-presidentes que estão integrando a nova diretoria, o novo presidente do Barra Mansa, o advogado Celestino Resende, fez um apelo à comunidade para que a volta do Leão do Sul ao futebol profissional, justamente no ano de seu centenário, não seja, mais uma vez, apenas fogo de palha. "A gente não pode deixar um clube como o Barra Mansa fora do futebol profissional", frisou o novo presidente, citando o exemplo do Cardoso Moreira, que está disputando a Primeira Divisão do futebol fluminense.

Ele também ressaltou o apoio da prefeitura, manifestado num ano eleitoral: "A prefeitura tem mesmo que apoiar. No interior, sem as prefeituras, não tem como (o futebol profissional) ir para frente. Não é por questões políticas. Hoje não tem condição nenhuma de o Barra Mansa sequer abrir os olhos sem a ajuda da prefeitura. O prefeito encampou a idéia. Agora com a diretoria eleita, vamos trabalhar para ver o Barra Mansa grande de novo", prometeu.

Mas, para o novo presidente, o principal apoio terá que partir da cidade. "Sem o apoio da população, dos apaixonados torcedores do Barra Mansa, não vai adiante", alertou Celestino, que aceitou assumir a presidência a partir do pedido de um grupo que ele definiu como de "apaixonados pelo Barra Mansa". Ele ressaltou a ajuda do empresário e ex-dirigente do Botafogo, Antônio Rodrigues, que ajudou o clube a montar um time para a disputa do Campeonato de Juniores, que já está em andamento.

A ajuda de Rodrigues foi intermediada pelo subsecretário de Governo do Interior, Edílson Silva, e, segundo Celestino, o agora empresário também deverá ajudar na montagem do time de profissionais para o Campeonato da Terceira Divisão, com início previsto para agosto. Segundo ele, algumas parcerias já estão bem encaminhadas. O início do trabalho da nova diretoria, conforme admitiu, foi meio a toque de caixa devido à necessidade de montar às pressas o time para disputar o estadual de juniores, obrigatório para disputar também o de profissionais.
Planejamento vai ser feito para campeonato

Ele prometeu ainda que haverá um planejamento adequado para que o Barra Mansa não faça feio no campeonato. "Vai haver planejamento. O Leão abriu os olhos. Precisamos divulgar a volta do time e precisamos da ajuda dos empresários da cidade, porque sem isso não tem como começar", afirmou, confirmando que jogos em que o Barra Mansa tiver o mando de campo serão realizados no Estádio Baldomero Bárbara. "A Saint Gobain está nos ajudando e pode ser parceira, em futuro bem próximo, para a divisão de profissionais", adiantou.

De acordo com Celestino, está sendo avaliada a questão do Estádio Leão do Sul, na Colônia Santo Antônio, visto por muitos como fora de mão, por se encontrar distante do Centro da cidade. O estádio pertence ao município mas está cedido ao clube, por comodato. Jogos ali, por enquanto, nem pensar: "O estádio está sem condições estruturais para jogos. Estamos avaliando. O prefeito mostrou o projeto cedido pelo Edílson Silva para um novo estádio, mas não é algo para agora. Defendo o uso do estádio da Colônia para a construção de um novo, exatamente pelo espaço existente ali", afirmou Celestino.

Segundo ele, a nova diretoria definirá também a questão do imóvel, no Centro, que abriga a sede do clube e que a prefeitura quer usar para a construção de uma nova escola. A desapropriação é vista por muitos como a forma de o Barra Mansa poder fazer dinheiro e saldar dívidas. Comenta-se que o buraco financeiro do clube chegue a R$ 300 mil, mas a nova diretoria ainda não está certa se é este mesmo ou se o valor é maior: "O que sei é que o Barra Mansa hoje não tem renda, só dívida. Não sei nem o tamanho. Por isso, temos que levantar tudo para ver o que é melhor a fazer".

Otimismo entre ex-presidentes
A reconstituição de uma diretoria eleita e a certeza de que o clube vai disputar a Terceira Divisão devolveram a pessoas históricas o otimismo quanto ao futuro do Barra Mansa. Um dos mais empolgados é o advogado Celso dos Prazeres. Foi na gestão dele que o time conseguiu conquistar uma vaga para a Primeira Divisão, em 1996, mas acabou não disputando porque a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro mudou o regulamento logo em seguida, causando grande decepção na cidade e levando à suspensão das atividades profissionais.

"É uma satisfação grande a gente ver o Barra Mansa, no ano do seu centenário, ressurgir das cinzas. Essa é a verdade. Eu declinei de participar da diretoria, mas vou ajudar. Por problema de saúde não posso participar, mas vou ajudar como se estivesse na diretoria", salientou Celso. Ele, porém, fez uma recomendação: "Se não houver planejamento, não tem jeito. É preciso planejar o que vai ser feito e explorar o ano do centenário, transformar em recursos, sortear brindes nas escolas, para que a cidade perceba que o time voltou. E para ficar".

O também ex-presidente Silvio Antônio Francisco elogiou a escolha de Celestino para o cargo e colocou-se à disposição para ajudar. Lembrou que a nova diretoria é composta por Luiz Romualdo da Silva, José Luis Reis e Elias Nagib Félix, todos ex-presidentes. "Estou muito esperançoso porque o Barra Mansa está fazendo um alicerce para se manter. A prefeitura nos abriu as portas", disse ele, enfatizando o "diálogo mais amigável e de apoio do prefeito Roosevelt Brasil".

terça-feira, 25 de março de 2008

1995 - o título mais emocionante da história do Barra Mansa FC


O ano de 1995 ficará marcado eternamente na trajetória centenária do Barra Mansa Futebol Clube, quando conquistou o seu título mais heróico, o de campeão do grupo B do campeonato Carioca, correspondente à 2ª divisão.

A competição, em pontos corridos, foi equilibrada do início ao fim, ao ponto de quatro equipes chegarem na última rodada com chances de ser campeão. Além disso, essas mesmas equipes se cruzariam nos seguintes confrontos: Nova Iguaçu x Barra Mansa e Bayer x Bonsucesso.

Antes da rodada decisiva, o Leão do Sul era apenas o terceiro colocado e precisava vencer o seu jogo fora de casa e ainda torcer para um tropeço do Bonsucesso contra o time de Belford Roxo.

E para a alegria dos cerca de 100 torcedores barramansenses que compareceram ao estádio Louzadão, em Mesquita, o Barra Mansa venceu o Nova Iguaçu, com gol de Luis Fernando aos 44 minutos do primeiro tempo. Um jogo emocionante e, ainda, acrescido ao calor da baixada fluminense e dos 15 mil torcedores presentes apoiando o time local.

No outro jogo, vitória do Bayer, que conquistou o vice-campeonato e, com isso, deveria ter subido para a divisão de elite do carioca do ano seguinte, juntamente com o Barra Mansa (campeão), mas, devido a arbitrariedades da Federação, o acesso dos dois clubes não foi permitido.

Sobre essa temporada vitoriosa do Leão, Anderson (o Vassouras) - capitão do time de 1995 -, comenta: “tenho muitas saudades da época, dos amigos, dos torcedores, aprendi muito com as dificuldades do meu tempo de atleta profissional”. Revelado pelo Voltaço nos anos 80, o jogador atuou por quatro anos no Barra Mansa (1993-1996) e, hoje, é diretor do Colégio Estadual Centenário, em Vassouras, e treinador da equipe feminina que representa a cidade onde mora.

Campanha do título (14 jogos, 8 vitórias, 3 empates e 3 derrotas):
1º turno: Bayer 1x0 Barra Mansa; Barra Mansa 1x0 Mesquita; Goytacaz 0x0 Barra Mansa; Barra Mansa 2x0 Saquarema; Barra Mansa 2x1 Portuguesa; Barra Mansa 0x0 Bonsucesso; Barra Mansa 1x2 N. Iguaçu; 2º turno: Barra Mansa 1x0 Bayer; Mesquita 1x1 Barra Mansa; Saquarema 0x1 Barra Mansa; Barra Mansa 2x0 Goytacaz; Portuguesa 0x2 Barra Mansa; Bonsucesso 2x0 Barra Mansa; Nova Iguaçu 0x1Barra Mansa.

Na foto acima, da esquerda para a direita e de cima pra baixo:
1ª fila – Adriano, Anderson (Vassouras), Dão, Naldo, Fabiano; 2ª fila – Brito, Dalessandro, André Mineiro, Ernani, Nil; 3ª fila – Vicente (massagista), jogador dos juniores, Telmo e Geraldo Sá (dirigente); 4ª fila - Waltair dos Santos (Cafu – prep. físico), Geraldo Bruno (dirigente), Wilson Leite (técnico), Juarez, João Lino, Renato, Ricardo Todinho, Tatu, Itamar (roupeiro), Luis Cláudio (auxiliar técnico) e Celso dos Prazeres (presidente); 5ª fila – Alberto (Broinha-volante), Luis Fernando, Luciano Peixe, Rubinho, Juninho e Palhinha. Não consta na foto o goleiro titular Flávio.
Foto cedida pelo jogador Anderson.

sexta-feira, 21 de março de 2008

História: O dia em que o Leão calou o Raulino


Nos anos 90, após um longo período afastado do profissionalismo, o Barra Mansa retornou com um time que fez frente ao adversário vizinho, o Volta Redonda Futebol Clube, criando uma ferrenha rivalidade na região. Em 1994, na fase inicial da Copa Rio, Barra Mansa e Voltaço fizeram três confrontos. O primeiro deles foi realizado em Barra Mansa no dia 18 de setembro, com vitória do time da Cidade do Aço por 1 a 0.
No dia 23 de outubro veio o troco que tanto orgulha os torcedores barramansenses. Ainda no estádio Raulino de Oliveira com as tábuas de madeira na arquibancada (foto), o Leão devolveu o placar, com um gol do lateral-esquerdo Juarez, calando a torcida adversária.
Com o resultado, Barra Mansa e Volta redonda ficaram empatados com 10 pontos e, como o regulamento do torneio previa um terceiro jogo em campo neutro em caso de empate entre dois competidores, as equipes voltaram a se encontrar no dia 13 de novembro, em Três Rios, para se conhecer o vencedor do confronto. O Voltaço venceu de goleada: 4 a 1 e prosseguiu na competição, mas o gosto de ter derrotado o rival vizinho na casa dele foi inesquecível.
Fonte: “Diário do Vale”

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Centenário do Barra Mansa Futebol Clube lembrado para reestruturar sede


Fonte: "www.barramansaonline.com.br"

Dia 15 de novembro o Barra Mansa Futebol Clube completa 100 anos de fundação e com a data, admiradores e diretoria planejam movimentar o marketing à procura da iniciativa privada ou pública para ativar as categorias do esporte amador e profissional.
Na sede própria da Rua Cristóvão Leal, 149, Centro, troféus e fotos ilustram o passado glorioso, tema de discussão dos encontros da comissão estruturada para reerguer o clube.
Entre os participantes, o aposentado Roberto Osório Fonseca, 68 anos, fala do período áureo, quando tinha dez anos de idade e assistia às partidas no campo ao lado de sua casa.
- Naquela época era o único divertimento das pessoas. Saía de casa e atravessava a rua para comemorar e torcer pelo clube – diz, comentando sobre o capitão Esperidião Geraidine, um dos grandes incentivadores. “Ele bancava todos os craques”.
Das lembranças, o vizinho da sede destaca o nome da cidade levado pelo clube nos melhores períodos.
“O BMFC reinou em todo o Vale do Paraíba. Hoje estamos licenciados da Federação Fluminense de Futebol e não temos atividades na sede, a não ser o sonho de voltar a atuar, por isso precisamos levantar o clube. Há cidades com menos expressão, participando da primeira divisão. Por que Barra Mansa não pode ter seu clube reativado?”
Dos troféus, o mais antigo é datado de 17 de junho de 1928, exposto na sede ao lado de um quadro com a foto de bi-campeão da Copa Vale do Paraíba.
“Professores voluntários que gostam do Barra Mansa Futebol Clube treinam equipes do Mirim e Infantil no Estádio da Colônia Santo Antônio, na Escolinha de Futebol. Lá está o que sobrou de quase cem anos de história” – lamenta Roberto próximo à Eunice da Silva Cassiano, viúva de Demétrio Cassiano há 25 anos, o popular Canga, roupeiro e massagista do time.
“Moro aqui há 41 anos e sempre recordo de quando os torcedores e admiradores freqüentavam o clube aos domingos quando era ao lado da Santa Casa e jogava no Profissional, para onde deve voltar com apoio de um patrocinador. Este é o nosso sonho” – disse emocionada a antiga cozinheira, atual zeladora do campo e funcionária da secretaria.
CONTATOS – Informações sobre a história do clube e formas de ajuda podem ser obtidas na secretaria, que funciona de segunda a sexta-feira, de 9 às 12 e de 13 às 17 horas ou através do telefone (24) 3322-5116.